terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Museu da Língua Portuguesa / Estação da Luz - São Paulo


No início do ano, visitei o importantíssimo Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Um dos lugares mais lindos que eu tive o privilégio de conhecer.

Pensem na riqueza daquele lugar! Que orgulho dos nossos poetas, da nossa história, da nossa língua portuguesa, da nossa cultura. Lembro que na Praça da Língua, enquanto ouvíamos Chico Buarque declamando a "Canção do Exílio", do poeta caxiense, Gonçalves Dias, as palavras e as imagens (poeta, sabiá, palmeiras, etc) eram projetadas no teto, nas paredes ou no chão. Sensação inexplicável!!! Chorar foi pouco diante da emoção.

Torço para que esse templo da nossa língua seja recuperado o mais breve possível. Assim como torço pela recuperação do nosso Centro de Cultura aqui em Caxias.














sábado, 19 de dezembro de 2015

Extensão II - Alcides Bussi (SC)






Pus a vida
em minhas mãos
e as mãos 
no fogo...

- A vida ferveu.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O DIA EM QUE LIMPEI SEUS ÓCULOS - Por Francisca Girlene


Os óculos são instrumentos que ampliam a visão; o amor também. Outro dia, quando eu estava limpando seus óculos, constatei que estava segurando ali, em minhas mãos, uma parte tão importante sua que exigia de mim um cuidado e uma responsabilidade muito grande. Aquilo me deixou radiante com essa nova função. 

Quem usa óculos de grau, provavelmente, já sofreu ou sofre com algum desconforto por usá-los. Eu perdi as contas de quantas vezes reclamou da poeira, do vento e dos pingos de água que embaçavam as lentes e o impedia de fazer coisas simples como: ler, dirigir o carro, cozinhar, ir à praia ou até mesmo dar um simples beijo romântico lhe exige algumas habilidades extras. 

Lembro-me bem, quando falava do perrengue danado que sofria cada vez que tomava chuva, pois precisava decidir rapidamente entre tirar os óculos e não enxergar nada ou continuar com eles e enxergar menos ainda. E de quando, levantava no meio da noite para ir ao banheiro - sem bater nas coisas - e tinha que colocá-los em local estratégico ou fazer um esforço para encontrá-los.  

Quem me conhece sabe, que para mim, rapazes que usam óculos são os mais atraentes. Independente da armação, os óculos os deixam com carinha de intelectual, elegantes e bonzinhos. Mas   você meu amor, os óculos te deixam lindo. Um charme só!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Namorar - Por Francisca Girlene




Namorar é assumir compromisso de conhecer a outra pessoa intimamente e apaixonar-se dia após dia. É dormir de conchinha. É beijo roubado. É abraço apertado. É dança. É romance. 

Namorar é ficar com o coração disparado enquanto ele não chega ao portão. É planejar os últimos detalhes da próxima viagem e marcar no mapa os lugares onde já foram juntos. 


Namorar é contar cada minuto do dia à espera de um encontro. É pedir para que o outro desligue o telefone primeiro, torcendo para que ele não atenda o seu pedido. 

Namorar é dividir a vida, os momentos, os chocolates, a pipoca, o canudo, o pão do sanduíche, a banheira, o sofá, o copo de refrigerante, o sorvete, o cobertor, o travesseiro e a cama. 

Namorar é saber que ele tem um jeitinho único de falar. É saber o tamanho dos seus sonhos e a forma exata dos seus lábios quando sorriem. 

Namorar é compartilhar segredos, experiências, sonhos, desejos, aflições e problemas. Namorar é estar de mãos dadas nas horas difíceis. E unidos nas horas boas. Namorar é um exercício de convivência, amor, confiança e intimidade. É a construção de um futuro juntos.


domingo, 6 de dezembro de 2015

E daqui a 50 anos? - Por Francisca Girlene



Daqui a 50 anos, eu quero estar ao seu lado segurando a sua mão. Nesta época, já estaremos velhinhos, de rostos enrugados e cabelos brancos. Eu, provavelmente, magrela e você, barrigudinho; eu radiante e você, um tremendo teimoso e cabeça dura.

Sentados na cadeira de balaço, falaremos de nossas vidas, dos filhos que concebemos. Falaremos, ainda, das nossas aventuras e desventuras, dos encontros e desencontros, das descobertas e dos sonhos que desfrutamos. Choraremos e sorriremos muito! 

Nunca esqueça que, longe ou perto, você sempre será meu melhor amigo, aquele que eu amo verdadeiramente, aquele que me ensinou a crescer. Aquele que mesmo de longe não me deixou cair, nem desistir de nada e que me deu aulas de humanidade. 

É ao seu lado que quero estar, quando o sol deixar de brilhar e quando as cortinas do palco dessa vida se fecharem. Adiantaria alguma coisa, se te dissesse que ninguém no mundo pode amar tanto alguém como eu te amo?


sábado, 5 de dezembro de 2015

O que aprendi com a traição? Por Francisca Girlene



Na minha vida aprendi a rir dos chifres que levei. 
Aprendi muitas coisas com eles. 
Vejam bem, 
eles permitiram que eu crescesse, 
vivesse novas experiências, 
outros romances.

Nunca teria flertado o gato da padaria se eu não tivesse levado um belo par de chifres. 
Nunca daria uns beijos naquele médico lindo se eu não tivesse levado um chifre. 
Nem teria conhecido o melhor guia turístico do Brasil e viajado o país inteiro com ele. 
Não mesmo!

Os chifres me permitiram escrever poemas lindos,
 apreciar sabores incríveis, 
a viver histórias 
e tantas emoções novas.

Não adianta chorar, lamentar, correr atrás, implorar pra voltar, 
provar por A mais B o quanto é gente boa! 
Nunca vai funcionar! 
Quem trai uma vez, trai sempre. 
Nada será como antes!

Então, na dúvida, sigo em frente, sem medo de ser feliz. 
Gente nova sempre nos ensina algo novo, nos traz coisas boas. 
Sorriso novo, cheiro novo, abraço novo... 
aprendi a lidar com a perda e rir da vida!


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Começo de uma grande Amizade - Gilbergson Meireles Mascarenhas.


Obaaaaaaaa, ganhei um amigo. Olha só a lindeza de poema que ele escreveu para mim.  Obrigada Gilbergson Meireles Mascarenhas.


Começo de uma grande Amizade

Me recebeste com teus sorrisos 
e me revigoraste com o teu semblante,
os olhos a brilhar numa esperança
è o começo de uma grande Amizade
gerada com alegria e emoção.

Dar -se a vê a felicidade estampada
sobre um rosto encarecidamente 
envergonhado, mas um 
coração feliz e renovado.

Não te descreverei como demais,
pois tudo que é demais sobra e 
então você é de menos, pois estais sempre a 
aprender e compreender tanto
a você como seu próximo.

Obrigado por compreender as minhas palavras, 
somos movidos não somente 
por palavras, mas por ações e gestos.

- O que teme, senhora? - perguntou ele. 
- Uma gaiola. Ficar atrás de grades, até que o hábito e a velhice as aceitem e todas as oportunidades de realizar grandes feitos estejam além de qualquer lembrança ou desejo."

(Éowyn - O Senhor dos Anéis)