segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Parabéns pelo seu Aniversário



Meu querido Bruno

Parabéns pelos seus 34 anos.

Primeiramente, quero te desejar toda a felicidade do mundo, não só nesse dia, mas como em todos os dias de sua vida e que você consiga realizar todos os teus sonhos. 

Sabe aquela frase clichê "O aniversário é seu. Mas quem ganhou o presente foi eu”. Eu concordo plenamente com ela. Quer saber por que sou eu quem ganhou o presente? Porque eu tenho o melhor amigo do mundo. 

Agradeço por cada momento que passei a seu lado até hoje, desde quando éramos criança e não fazíamos ideia da história que construiríamos juntos. Agradeço por ter me escolhido como a sua melhor amiga e obrigada por ser meu melhor amigo. Agradeço por você ser essa pessoa incrível, maravilhosa, generosa, atenciosa, apaixonante . Agradeço por existir e por fazer parte da minha vida. Conte comigo sempre. Espero comemorar com vc essa data tão importante até quando tivermos velhinhos, ou seja, voltarmos a sermos crianças de novo.

Um beijo bem grande. De sua amiga que te ama muitão. 

Girlene

domingo, 20 de agosto de 2017

Homenagem a Joaquim Vespasiano Ramos


Inaugurado na amanhã desde domingo, 20, na Praça Vespasiano Ramos, uma efígie em homenagem ao poeta Joaquim Vespasiano Ramos, que dá nome ao logradouro público.

O projeto de finaciamento coletivo idealizado pelo poeta e vice-presidente da instituição, Renato Meneses, foi desenhado pelo arquiteto Ezíquio Neto e esculpido pelo escultor Eduardo Sereno. Além disso, o monumento conta com uma planca onde estão relacionados os nomes de todos que contribuíram para a sua construção.
 
 
Francisca Girlene e Ramundo Medeiros, presidente da ACL

Vespasiano Ramos nascido em Caxias no dia 13 de agosto de 1884, passou seus últimos dias em Porto Velho. Autor livro "Cousa Alguma", editado em 1916, ele é patrono da Cadeira nº 32 da Academia Maranhense de Letras e da Cadeira nº 40 da Academia Paraense de Letras. Tornou-se duplamente imortal por seus méritos, e vive assim para sempre na memória dos que amam a poesia. 



CRUEL

Ah, se as dores que eu sinto ela sentisse,
se as lágrimas que eu choro ela chorasse;
talvez nunca um momento me negasse
tudo que eu desejasse e lhe pedisse!

Talvez a todo instante consentisse
minha boca beijar a sua face,
se o caminho que eu tomo ela tomasse,
se o calvário que eu subo ela subisse!

Se o desejo que eu tenho ela tivesse,
se os meus sonhos de amor ela sonhasse,
aos meus rogos talvez não se opusesse!

Talvez nunca negasse o que eu pedisse,
se as lágrimas que eu choro ela chorasse
e se as dores que eu sinto ela sentisse!...


sábado, 19 de agosto de 2017

NOVOS IMORTAIS DAS LETRAS CAXIENSES


O poeta Carvalho Júnior, a professora Jordânia Pessoa e o arquiteto e historiador Ezíquio Neto foram empossados na noite deste sábado, 19, na Academia Caxiense de Letras - Casa de Coelho Neto. 

A sessão solene de posse dos novos acadêmicos aconteceu na sede da ACL, seguida do laçamento dos livros: “Desafios à Teoria Econômica” do acadêmico Antônio Augusto Ribeiro Brandão; "Festa no Céu e Outros Contos" da professora Joseane Maia; "No Alto da Ladeira de Pedra", do poeta Carvalho Junior e "Cidade de Cristal" do músico e historiador Isaac Souza.

Parabéns aos ilustres caxiense que honram a nossa cidade com a sua rica produção literária. 

Jordânia Pessoa, Carvalho Junior e Ezíquio Neto





quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Raimundo Teixeira Mendes





Raimundo Teixeira Mendes (Caxias, 5 de janeiro de 1855 — Rio de Janeiro, 1927) foi um filósofo e matemático brasileiro, autor do lema da bandeira nacional "Ordem e Progresso".


Raimundo Teixeira Mendes nasceu em Caxias MA, em 5 de janeiro de 1855. Órfão de pai muito cedo, foi educado pela mãe no catolicismo. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, estudou num colégio de jesuítas e depois no Pedro II. Interessando-se pela matemática e pela filosofia, tornou-se um apóstolo do positivismo e divulgador das idéias republicanas. Ingressou na Escola Central, depois Escola Nacional de Engenharia, mas interrompeu os estudos devido a uma divergência com seu diretor, o visconde do Rio Branco, e concluiu o curso em Paris. Na capital francesa fundou o primeiro templo da Religião da Humanidade, na casa em que morreu Clotilde de Vaux, companheira de Comte. De volta ao Rio de Janeiro, matriculou-se na escola de medicina, cujo curso não terminou.

Homem de grande erudição, publicou muitas obras, entre as quais A propósito da liberdade dos cultos (1888), A política positivista e o regulamento das escolas dos exércitos (1890), A comemoração cívica de Benjamin Constant e a liberdade religiosa (1892), A liberdade espiritual e a organização do trabalho (1902) e A diplomacia e a regeneração social (1908). Foi íntimo colaborador de seu cunhado, Miguel Lemos, a quem ajudou a traduzir o Catéchisme positiviste (Catecismo positivista), trabalho realizado a quatro mãos sob o pseudônimo de Fabrício Ethophilo. Raimundo Teixeira Mendes morreu no Rio de Janeiro, em 28 de junho de 1927. 

Defensor das idéias republicanas, ingressou na Escola Central, depois Escola Nacional de Engenharia, mas interrompeu os estudos devido a uma divergência com seu diretor, o visconde do Rio Branco, e concluiu o curso em Paris. Divulgador das teorias de Augusto Comte no Brasil, na capital francesa fundou o primeiro templo da Religião da Humanidade, na casa em que morreu Clotilde de Vaux, companheira de Comte.

De volta ao Rio de Janeiro, onde se radicou definitivamente, estudou medicina, mas não concluiu o curso superior. Publicou vários livros, entre eles A propósito da liberdade dos cultos (1888), A política positivista e o regulamento das escolas dos exércitos (1890), A comemoração cívica de Benjamin Constant e a liberdade religiosa (1892), A liberdade espiritual e a organização do trabalho (1902) e A diplomacia e a regeneração social (1908), e morreu no Rio de Janeiro, em 28 de junho (1927).